Friday, May 14, 2021

Sessão 50 - Epílogos (After Crédits)

Kira:

Kira se despede dos amigos da Esmeralda e segue para o limbo pois fora amaldiçoada com a vida eterna. A Feiticeira gera uma filha que, a pedido de seus patronos das profundezas, recebe seu mesmo nome. Foi profetizado que a garota lideraria uma era que culminaria da perpetuação dos poderes ocultos dos grandes antigos através das eras. Assim, Kira se lança ao exílio nas areias de Tenadis, onde vive o resto dos tempos dentro de grandes pirâmides ancestrais no coração dos grandes desertos do continente arenoso, onde ninguém jamais chegou. 



Tee Hawk:

Tee Hawk vive o resto dos seus dias na floresta de Dumebariand, onde cria seu filho Dragul com paz pelo resto dos tempos. No entanto, sem explicações lógicas ou fundamentadas pelas artes médicas, Tee Hawk adoece e morre tempos depois, deixando seu legado nas mãos de seu Filho e netas Tila, Tula e Tara. No seu leito de morte, o selvagem elfo parece ver latejando em sua cabeça a maldição que Andareunarthex lançou em suas últimas palavras. Na passagem, a própria Kira o guia até o mundo feérico, onde o antigo carrasco de Trassalor descansa por toda a eternidade. 



Tantoo:

Tantoo se retira até Dabady onde recomeça uma nova vida. Dotado de grande talento e agora com os bolsos cheios de ouro, o intrépido bardo edifica uma companhia de bardos e menestréis famosa por toda Dabady e além mares. Sua companhia leva apresentações e arte pelos quatro cantos de Dabady, o que lhe ainda mantém seu gosto ímpar pelas viagens e aventuras. Tantoo termina seus dias contando histórias para seus netos à beira de uma lareira numa choupana onde viveu feliz até o fim de seus dias ao lado de sua esposa, a senhora Holafinna.




Sewire:

Em breve

Zelasny:

Em breve

Sessão 49 - O fim das lutas (Final de Kira, Tee Hawk e Tantoo)

O fim de Andareunarthex

Kira, ao estudar os domínios dos clérigos de Vecna, descobre que o corpo final do arquilich está atacando a Cidadela da Esmeralda, juntamente com Andareunarthex. Era chegado o momento final da luta e a feiticeira Kira precisava encontrar seu companheiro e líder da cidadela, Tee Hawk. Sem demora, Kira abre um portal mágico diretamente para Phandalin onde ela encontra o selvagem elfo em companhia de um intrépido bardo chamado Tantoo. Kira explica a Tee Hawk que a luta final havia chegado e seu inimigo mortal Andareunarthex estava à sua espera. 

É nesse momento que o velho dragão dourado Baradad surge e oferece uma melhoria nas armaduras dos heróis para que tivessem alguma chance contra o poder terrível de Andareunarthex, Baradad infunde seu poder dourado nas armaduras e não apenas isso. Ty e Kivei também fazem o mesmo para que suas chances fossem definitivas na grande luta final. 


Os heróis então viajam através do limbo das dimensões com o poder mágico da feiticeira Kira para o confronto final chegando até a grande floresta de Dumebariand. Ao chegarem lá o caos está tomado de forma ensandecida. Os elfos morriam às dezenas enquanto Andareunarthex devassava os compatriotas de Tee Hawk. No céu, observando tudo como uma espécie de deidade, a forma primária de Vecna já estava quase com seu poder total. Kira sabia que essa luta era toda dela. A essas alturas eles não podiam contar com Sewire e Zelasny, que lutavam pela libertação de Délorin. A sorte estava lançada.

Andareunarthex: Tee Hawk, onde está o Tee Hawk?! Groooooowwllll!
Tee Hawk: Aqui estou, fera! E desta vez nossa luta será a última! Apenas um de nós sairá vivo!
Andareunarthex: Esperei tempo demais por este momento, verme. Vou acabar com sua linhagem imunda assim como fiz com sua mãe anos atrás e sua esposa.


Uma luta ferrenha então se inicia de forma colossal entre o imenso dragão verde e Tee Hawk. A cada garra e investida do dragão, paredes e cabeças élficas se lançavam aos céus com a fúria do monstro. Nas ruas da cidade, uma hora de trolls, orcs e fantasmas de Vecna aterrorizavam a populaçao da Esmeralda no que agora se parecia muito mais com uma guerra. Alf e Teimos lutavam no bosque das folhas, Drusilla liderava a guarda feérica com inúmeras flechas que caiam como chuva sobre os monstros, mas com nenhum efeito. Vulluin, Ayen e Lysanthir usavam da magia élfica com toda sua mana mas as hordas pareciam não ter fim. O inicio de um arrebatamento parecia estar bem à frente dos heróis e o sopro gelado da morte estava dobrando a esquina. 

No topo das árvores, além do pico da cidadela, Kira e o avatar de Vecna travavam uma luta de poderes mágicos que estalavam relâmpagos e luzes no céu. Era chegado o momento de Kira ter seu embate final e colocar para fora de seu corpo todos os poderes acumulados até agora. O poder de Skulla, a força de Lathander e a sombra de Cthulhu pareciam irromper de seus ossos enquanto seus cabelos negros esvoaçavam para cima num claro sinal de poder absoluto. 

Avatar: Sua tola. Conheço seus poderes e eles não são páreo para mim. Sou Vecna, o dono da morte. 
Kira: O tolo é você, lacaio! Eu sou Kira, a antipodária, que entrou no reino da luz e da treva e senta no trono da magia. 
Avatar: Vai sentir o peso de profanar uma deidade como Vecna, o archilich, o imortal, a morte!
Kira: Eu sou filha do enxofre e da luz! Eu cuspo da tumba de Vecna e fodo o rabo da morte!


Assim, possuída pela fúria e pelo poder antipodário de luz e trevas, Kira lança seu raio fulminante sobre o corpo do avatar de Vecna com seus tentáculos sombrios culminado num relampejo que espatifa o corpo do monstro de uma vez por todas. Só que Kira sabe que enquanto ela não destruir a filactéria do lich, nada estaria decidido. Ela então usa seus poderes para localizar a pedra, porém sem sucesso. É nessa hora que ela vê, no chão, Tantoo, se esquivando dos monstros se dirigindo até o templo de Mielikki, localizado no distrito féerico da cidadela. Ela percebe a intenção de Tantoo e segue para ajudá-lo. 

Enquanto isso a luta do dragão contra Tee Hawk parece não ter fim pois seus ataques além de consumirem a vida do elfo, estão destruindo sua amada cidade. É nesse momento que Tee Hawk sabe que precisa tomar uma decisão. Ele se lembra então dos ensinamentos de Draconomicon, livro que ele mesmo ajudou a desenvolver. O coração dos dragões verdes e suas juntas amolecidas acima da barriga eram seus únicos trunfos contra o gargantua. O elfo, tomado pela fúria, então, avança contra o coração do dragão e o certa de forma implacável. Mesmo assim, Tee Hawk parece não acreditar no que vê. O dragão não morria! Ele, ao invés disso, voa para alturas inenarráveis na tentativa de acabar com o selvagem elfo. Assim, no limiar do que era Dendramol e do que era o céu estrelado de Azure, onde o mundo parecia envergar no horizonte, Tee Hawk vê o que pode ser seu momento final. 

O dragão vacila do controle mental de Trassalor e Tee Hawk, por um momento, vê a chance de acabar com seu inimigo. No entanto, o elfo se mete num dilema pois a queda a esta altura mataria ambos. "Que se dane!", pensa o selvagem elfo. Era um preço que ele estava disposto a pagar. Assim, num ato reflexo, Tee Hawk investe contra o dragão de uma vez por todas espetando seu coração nas alturas dos céus de Dendramol. O ataque de Tee Hawk havia sido bem sucedido, no entanto, na queda, suas armas caem de suas mãos e ele tem de se agarrar na calda do dragão, lutando com todas as forças para não cair em queda livre. 

Enquanto isso, dentro do templo de Mielikki, Kira luta agora contra outro espectro de Vecna, o prendendo enquanto Tantoo corre até a filactéria e, com um forte movimento, arremessa a pedra contra o chão, causando uma verdadeira explosão de energia das trevas por todos os lugares. Parecia que o templo iria se destruir e não havia nada que eles pudessem fazer. Apesar dos esforços de Kira para teletransportar ambos para fora dali, Tantoo havia recebido uma quantidade de dano mortal. Poderia ser o fim do intrépido bardo, porém, graças às habilidades da feiticeira antipodária, a vida de Tantoo fora salva. Era chegado o desfecho, finalmente. Porém, ao chegar do lado de fora ocorre o pior. O avatar de Vecna havia conseguido reunir-se com o corpo do velho Lysanthir. Se ela o matasse, mataria um velho amigo e protetor da cidadela. 

Vindo como um cometa cadente dos céus, Andareunathex colidia contra o chão com toda força, destruindo mais outras casas e templos da cidadela. Tee Hawk leva um dano maciço, porém, apesar de tudo, levanta-se vitorioso contra seu inimigo. Tee Hawk se aproxima de seu moribundo inimigo para aplicar-lhe o golpe final.

Andareunarthex: Tee Hawk, eu espero que em uma outra vida possamos ser inimigos de novo...
Tee Hawk: Eu não, fera. Vou por um fim em tua vida e encontrará a vingança da minha espada na outra vida...
Com um sorriso sarcástico no rosto embebido em sangue o gargantua responde:
Andareunarthex: Eu vou sempre estar do seu lado, Tee Hawk...

Kira então, juntamente com Tantoo e Tee Hawk encontram um Lysanhtir agora tomado pelas forças do arquilich e sua vida poderia estar por um fio. É nessa hora que Kira vê ao seu lado Skulla em sua forma primordial pela primeira vez. Ele diz para sua feiticeira: "Kira, esse é o momento final. O Grande Antigo empresta sua força pela última vez para você". Assim, num golpe preciso e certeiro, Kira põe um fim às pretensões de Vecna, o expurgando para o seu mundo original e livrando a vida do velho Lysanthir. Era o fim dos combates e tudo havia acabado bem. Kira e Tee Hawk salvaram pela última vez a Cidadela da Esmeralda.

Assim termina as aventuras de Tee Hawk, o carrasco de Trassalor e Wal'Kira, a feiticeira das areias de Calimsham.

Sessão 48 - Final de Sewire

Monday, April 12, 2021

Sessão 46 - A libertação de Delorin (Parte 1)

 Sessão 46 - A Libertação de Delorin (Parte 1)

Protagonistas: Zelasny (Trap) / Udy (William) / Sewire (Mozart)

Sewire faz descobertas surpreendentes sobre os acólitos de Vecna no esconderijo da floresta de Neverwinter, o que lhe coloca em rota de colisão com o novo mal que se erguia ameaçando Dendramol. Sewire, então, deixa o esconderijo aos cuidados de Wal'Kira e parte para Phandelver na intenção de encontrar seus amigos Tee Hawk, Zelasny e os outros. Ao chegar na pequena cidade de Phandalin, o druida encontra Zelasny e um novo companheiro, Udy Nash, o sem braços. Apesar da calorosa reunião, o grupo não conseguiu encontrar Tee Hawk e o bardo Tantoo, que no momento específico estavam tomando o quartel general dos jaquetas vermelhas no sopé da colina

Zelasny explica a Sewire que ele e Udy encontraram um grupo de aventureiros que tinham informações sobre os cultistas de Vecna e eles estavam repousando na taverna de Don Grimaldi. O Plano de Zelasny era colocar o grupo para dormir e roubar seus planos para encontrar a forja perdida de Phandelver. A forja era um item mágico capaz de muitos milagres e que estava perdida nas profundezas das minas de Phandelver. Zelasny acreditava que o grupo tinha relação com os cultistas e que a investida deveria ser veloz. Assim, Sewire confecciona um veneno de sono para que fosse colocado na comida dos aventureiros através do corrupto Don Grimaldi, que envenenaria a comida.

Assim, na calada da noite, quando achavam que seu plano havia logrado êxito, Zelasny, Udy e Sewire percebem que o tiro havia saído pela culatra pois os aventureiros misteriosos perceberam o plano e escaparam pela janela do quarto da taverna noite a fora. Assim, inicia-se uma implacável perseguição que culmina na derrota iminente dos aventureiros, que acabaram presos pelas teias das aranhas de Sewire. 

Urana: Libertem-nos! Nada fizemos para vós!

Zelasny: Abram vosso bico, ou as coisas podem ficar feias. 

Udy: Sabemos que vocês outros têm ligações com os cultistas de Vecna

Mindle: Não temos, estão vós enganados, meus senhores!

Urana: Está bem, nós falamos. "O Aranha" um drow amigo meu nos prometeu um pagamento se colocássemos um objeto nas planícies de Neverwinter e assim o fizemos. O objeto foi deixado no lugar de romarias.

Assim, vendo a tolice que o grupo fez, Zelasny, Udy e Sewire poupam a vida dos ingénuos aventureiros e partem para o local de romarias de Neverwinter. Antes de partirem, Sewire realiza um feitiço para manter um olho nas atividades do grupo.

O local de romarias de Neverwinter era um sítio no alto de uma colina onde as pessoas faziam caminhadas sagradas para saudar seus mortos, como uma espécie de lugar sagrado. Aparentemente os cultistas escolhiam esse tipo de local pois suas ressonância com o mundo dos mortos era maior. Foi dessa forma em Lupville, Vaera e também parecia ser esse o caso nas colinas de Neverwinter. Assim, continuando sua investigação o grupo encontra o mesmo que encontrou dias atrás em Dendramol: um portal dimensional. Era um vórtice que levava o poder de Vecna para Dendramol, um catalisador, um altar de trasnferência de poder, como se regasse um fluxo para a segunda vinda de Vecna. O grupo cruza o portal e vai parar num local conhecido como Delorin.

Delorin era um continente afastado de Azures, longe de Dendramol, Dabady ou Tenadis. Lá havia uma rainha extremamente benevolente com seus súditos e que guiava suas ilhas à evolução constante. No entanto, a julgar pelas névoas e enxofre daquele lugar, não foi isso que Udy Nash, Zelasny e Sewire encontraram. A paragem era a face da desolação, destruição e cinzas. Era como se tudo no caminho naquele bosque fora queimado e pilhado. Foi nessa hora que o grupo encontra a jovem indígena Zinlana. Zinlana parecia ser a líder dos índios de Trivka, uma das ilhas satélites de Delorin. Ela abriga os heróis explicando to situação. A jovem Zinlana coloca que toda Trivka, incluindo o mundo civilizado, fora destruído e possuído pelos poderes do terrível mago do fogo e da necromancia Veril. Assim, depois de descansarem naquela vila desolada, o grupo, resoluto, parte para a libertação da primeira ilha de Delorin, Trivka.

Ao chegarem aos portões de Corari, o que os heróis vêem é uma cidade tomada pelos mortos-vivos e repleta de pessoas dominadas pelos poderes do mago Veril. Nesse momento, ele mesmo vem encontrar com Sewire e Zelasny alertando de seus destinos.

Veril: Vós que entrais em meus domínios só lhes ofereço uma chance de se ajoelharem e jurarem fidelidade ao "mestre".

Zelasny: Tome este golpe de espada elétrica e terá minha resposta! Morra!

Veril: Então escolheram a morte....

Nesse momento Veril, com seu imenso poder, domina a mente de Sewire que age agora como seu arauto, impedindo os ataques de Zelasny. Sem demora, Veril parte para sua torre para esperar pelo confronto final, caso Udy e Zelasny sobrevivessem, é claro.

Avançando sobre um mar de zumbis que em outros tempos eram os moradores de Corari, Zelasny e Udy quebram dezenas de hordas em seu caminho até a torre mas tudo parece em vão. Eles estavam em números grandes demais! Eram muitos! O fim parecia estar próximo, afinal. Eles nunca haviam enfrentando inimigos tão poderosos... Então, num ato reflexo, como um mar em fúria, surge das muralhas da cidade a jovem Zinlana liderando centenas de indígenas de todas as partes de Trivka. Parece que as palavras inspiradores ditas por Udy Nash, dias antes inspirou o sentimento libertário daquelas tribos que vivam em rusgas. Os índios de Triva haviam chegado numa hora decisiva, posicionando-se e contento o avanço das horas, permitindo, então, o avanço de Udy e Zelasny para o confronto final com Veril, o terrível mago do fogo.

Sewire então, já em poder de Veril, tenta se libertar do poder supremo de dominação que ele possuía, sem sucesso. Era seu fim pois o maldoso mago agarrava seu pescoço anunciando a morte do druida com suas garras de fogo. A vista de Sewire se enegrecia e tudo parecia chegar ao fim. Era o final da história do destemido Sewire Starbel... No entanto, na última hora, surgem Zelasny e Udy para ajudar no combate. Zelasny quebra a filactéria do mago e Udy segura o corpo de Veril com seus braços astrais. Sewire, então, numa última tentativa se transforma em sua forma primordial demoníaca, liberando todo o seu poder. O esforço conjunto dos três heróis colocou fim às ambições do mago do fogo, que caia em desgraça. 

Não havia tempo para comemorar a vitória pois a torre do mago estava desabando e poderia ser o fim dos heróis. Sewire havia caído inconsciente e Udy e Zelasny estavam muito feridos. Mesmo assim, somando esforços e habilidades todos sobreviviam ao poder terrível de Veril ao encarem o por do sol dourado de Delorin na vastidão do horizonte. 

Passam-se alguns dias providenciais para a restauração dos corpos de Zelasny, Udy e Sewire, que foram muito massacrados pelo combate. Nesse ínterim, o grupo faz amizade e conduz a reconstrução da cidade de Corari pouco a pouco até que o lugar parece estar pronto para voltar ao normal. Notícias também chegam que outras cidades humanas controladas por Veril pareciam ter acordado do transe mortífero do mago também. Eram ótimas notícias. Quem trazia essas boas novas era o Elder dos indígenas e guru entre os índios de Trivka, seu nome era Janallor. Janallor era um velho muito sábio que contou tudo sobre a história de Delorin aos heróis, desde os mitos sobre o demônio Malmur até os poderes psiquicos da rainha Nefra, descendente direta da Deusa Bifuuz, segundo a lenda. 

Finalmente, depois de tirarem as pedras que bloqueavam o escritório de Veril, o mago do fogo, os heróis têm acesso a seu laboratório. Lá os herois encontram livros, itens mágicos e tesouros que iam desde necromancia até alquimia. No meio de tudo isso, o grupo encontra uma espada prateada muito peculiar com as marcas da igreja de Padre Bolim e um homúnculo colocado na estante. Nesse momento entra pela porta o sábio Janallor e esbraveja: "Não pode ser possível! Pela Deusa! Pela Tríade! Isto só pode ser o...."  

Assim a sessão 46 termina prenunciando mistérios surpreendentes no próximo capítulo.

NPCS DO CAPÍTULO



Monday, March 29, 2021

CAPÍTULO 45 - O Acólito de Lupville

Sessão 45 - O Acólito de Lupville

Protagonistas: Zelasny (Trap) / Udy (William)

Dentro do grande reino dendrmoniano de Vaera. Zelasny se despedia de vossa majestade Orist Zylkas, regente daquele país. Zelasny estudou por muito tempo as artes da guerra e foi o responsável pela criação dos dragões de Vaera, exército imperial de toda Dendramol. Desde os acontecimentos na Costa da Espada, Zelasny se afastou de seus amigos Tee Hawk, Kira, Sewire e os outros numa jornada de auto conhecimento e desenvolvimento de técnicas marciais. Como resultado, Zelasny aprimorou várias técnicas de guerra e manipulação de armas infundidas com poderes mágicos de grande tamanho. Assim, diante das notícias de saqueadores de tumba no norte, nos arredores da floresta de Dumebarian, Zelasny se despede daquele lugar que ele se acostumou a chamar de lar por um bom tempo.

Rei Orist: Estás certo que te despacharás para o norte averiguar os rumores dos mortos, mestre Zelasny?

Zelasny: Sim, farei a ti este favor e também devo averiguar com meus próprios olhos pois algo não cheira bem.

Rei Orist: Muito bem. Quero que leve consigo um amigo o qual tenho muito apreço. Ele é um monge amigo do reino e que salvou minha sobrinha de morte certa. As pessoas o chamam pelas vielas de "o sem braço", mas podes chamá-lo de "Udy". 

Neste momento entra nos aposentos reais um homem maltrapilho, sujo e que mais parecia ter saído de uma das favelas do distrito boêmio do riacho pequeno. Era o tal homem sem braços, como diziam. Ele logo se apresenta como aliado do rei e prestosamente faz uma reverência a vossa majestade: "conta comigo, Rei Orist".

Ambos, então, Zelasny e Udy cavalgam por dias até a cidade sagrada de Lupville, conhecida por suas igrejas e locais sagrados de peregrinação, onde parentes saúdam seus mortos para que tenham eternas lembranças nas praias do além-vida. Era uma cidadela que, ao mesmo tempo, funcionava como lugar de peregrinação religiosa e cemitério para os mais abastados. Um local perfeito tanto para saqueadores de tumba quanto para mortos-vivos irromperem. 

Ao colocarem os pés na cidade o que encontram é uma cidade fantasma tomada por névoas malignas e aquilo não era novidade para Zelasny. Havia um lich nas redondezas que claramente tomou as almas dos habitantes daquela cidade. Ao entrarem na igreja principal, em sua catedral, os heróis têm uma luta ferrenha que determinaria o início de uma nova perturbação iminente em Dendramol. Zelasny e Udy lutam bravamente contra mortos vivos liderados por um acólito das trevas que aparentemente desejava abrir portais de Abeir-Toril para Dendramol no sentido de permitir a entrada da influência maldita da deidade Vecna através deles.

Os seguidores de Vecna eram magos fracassados em suas ordem e que venderam suas almas ao aqui-lich em troca de poder e prestígio, sem se importar com o preço. Assim, a luta se desenlaça de forma formidável enquanto uma chuva torrencial caia na cidadela de Lupville. Com muito esforço, ambos Udy e Zelasny conseguem dar cabo do acólito das trevas e seguir por um portal em direção à Costa da Espada para impedir que a ameaça de Vecna caísse dentro da terra de Dendramol

Ao cruzarem o portal, ambos os heróis se encontram numa espécie de mansão isolada no meio da mata. Era o quartel-general do acólito e local onde suas conjecturas ocorriam. Havia uma grande biblioteca repleta de obras de adoração às trevas e livros de alquimia. Udy e Zelasny observando atentamente, descobrem sinais que seus amigos Kira, Sewire e Tee Hawk haviam estado por ali algum tempo antes. Essa notícia fez ambos os heróis dobrarem os passos em direção à cidade mais próxima: Phandelver.

Ao averiguarem uma estátua estranha no jardim do decaído acólito, Udy e Zelasny descobrem uma passagem subterrânea secreta que desembocava diretamente na estrada para Phandelver. Essa passagem subterrânea era uma rota que o acólito usava para cortar caminho para seus domínios e manter-se em perfil baixo o tempo todo enquanto reestabelecia seus estoques para seus fins escusos. Assim, Udy e Zelasny chegam até a estrada de Phandelver, muitíssimo próximo da floresta de Neverwinter.

A viagem colocou-se tranquila sem nada que chamasse a atenção dos heróis, exceto por um grupo de aventureiros que balbuciavam algo sobre a mina mágica perdida de Phandelver. O grupo era composto por um anão, uma elfa drow, um bárbaro nórdico e um Tiefling, aparentemente bruxo. Zelasny então escuta sorrateiramente o grupo à distância e o que ele descobre é que o grupo de aventureiros possui uma certa informação ou item que garantiria a eles uma coisa que ninguém mais em Phandelver tinha: a localização exata da forja mágica. 

Ao chegarem na cidade de Phandelver, agora tomada pela inundação de mercenários em busca da forja mágica, Udy e Zelasny entram na taverna de Don Grimaldi, única na região. A troco de um punhado de pedras preciosas, Zelasny e Udy conseguem sabotar a estadia do misterioso grupo de aventureiros. Don Grimaldi oferece a eles a chave reserva do quarto onde os aventureiros estavam e promete envenenar a comida deles com sonífero se eles conseguirem um. Dessa forma, Udy e Zelasny partem pela cidade em busca de um apotecário para o tal sonífero. 

NPCS DO CAPÍTULO:




Sessão 50 - Epílogos (After Crédits)

Kira: Kira se despede dos amigos da Esmeralda e segue para o limbo pois fora amaldiçoada com a vida eterna. A Feiticeira gera uma filha que,...