Lá chegando Sewire pede para que ela o treine e prontamente a sábia Madame Destino lhe informa que somente faria isso se ela livrasse uma vila próxima das garras de um cultista que estava ceifando a vida dos homens. Sewire então, sem pensar muito, parte para a cidade no sentido de livrá-la das garras do cultista negro. Para ajudar em sua caminhada, Madame Destino invoca a fada dos sentimentos Struta para auxiliar Sewire em sua jornada. A dupla então, na velocidade dos pássaros deixa o laboratório da madame e chegam até a vila.
O local havia sido tomado pela escuridão e pela morte. Sewire sabia que o que quer estivesse por lá estava sugando as almas dos homens para a imensidão da morte. Os homens caminhavam nas ruas da cidade como se a própria vida os tivesse abandonado. Suas peles eram pálidas e altivez havia deixado o fundo dos seus olhos. Eram apenas corpos sem almas caminhando para a morte. E esse caminho levou Sewire até uma construção parecida com um templo, que irradiava luzes prateadas de dentro.
Era um homem ceifando as vidas dos aldeões em sacrifício a um demônio. Aparentemente a maldosa silhueta do homem estava próxima de lograr êxito pois a estátua da entidade demoníaca estava perto de ganhar vida. Sewire sentia que o despertar daquela besta poderia ceifar muitas vidas nos arredores de Dumebarian. Dessa forma, com o ímpeto de um leão, Sewire explode o altar ritual em pedaços com seus poderes da natureza. Ao cair no chão o homem, possuído pelos poderes ocultos, investe contra o druida impiedosamente.
Era inútil. O poder do homem não fazia páreo para Sewire que apenas desviava seus raios com a calma de um rio. Nesse instante, num ato reflexo, o homem concentra todo seu poder e investe contra Sewire numa última tentativa de acabar com sua vida. O druida então, demonstrando imenso poder, concentra todo o poder desferido contra ele e devolve com toda a força contra o cultista que prontamente tem seu fim ao cair sem vida aos pés de Sewire. Sim, Sewire havia salvado a vila e o sol voltava a raiar nas ruas da cidade enquanto a fada Struta pousava em seus ombros num claro semblante de alegria ao ver o desfecho de tão triste episódio.
Os aldeões voltam ao normal enquanto Sewire prepara um caixão de vinhas de raízes para selar de uma vez por todas aquele homem que havia desfalecido em maldade. Sewire sentiu que ele, na verdade, como um choque de retorno, havia se transformado num vampiro imortal e a única saída seria levar seu corpo para que a rainha fada Sylana o escondesse para que ninguém mais pudesse acordá-lo. É nessa hora que um aldeão se apresenta para Sewire dizendo coisas como se não tivesse a menor lembrança do que havia acontecido à pacata vila. "Pobre Claudius, acabou morrendo.... que a Deusa encomende sua alma..."
DO OUTRO LADO DA FLORESTA....
Tee Hawk se junta a Beltrão na intenção de saber o que fora feito de Faifh e Vulluin nas paragens de Vaera. Beltrão explica a Tee Hawk que ele deveria usar uma máscara o tempo todo pois na região de Vaera recentemente estava havendo uma caça aos elfos e lá orelhudos não eram bem vistos. Dessa forma, Tee Hawk se disfarça com uma máscara para que não sofra represálias dentro de Vaera. Beltrão prontamente explica a Tee Hawk que procurará usar de seus meios para tentar achar a bela da esmeralda e Vulluin com seus talentos, enquanto o selvagem elfo deveria procurar informações na taverna local.
Lá chegando Tee Hawk percebe uma agitação no mural onde aventureiros se posicionavam para salvar a filha do duque do local das garras de um dragão. Muitos ali correram para as colinas na intenção de matar o dragão, salvar a donzela e ganhar as mil peças de ouro prometidas ao heróis que lograsse êxito. Assim, quando estava conversando com o taverneiro sobre essa suposta aventura Tee Hawk é arrastado para fora da taverna por uma mulher que lhe leva até um beco explicando algo que o elfo custou a acreditar.
Ela o havia levado para conhecer um grupo conhecido como "A Fraternidade de Dendramol", um grupo de heróis que tinha como objetivo apenas fazer o bem e zelar pelo bem estar dos reinos. Ela explica que precisa da ajuda de Tee Hawk para salvar seus amigos que foram pegos por um dragão real chamado Shendruzid. A mulher se apresentava como Lavina e ela dizia que a história da taverna era apenas um chamariz do duque da cidade que usava aquilo para se divertir às custas dos tolos. Com Lavina também havia um mago chamado Zakum e um espadachim chamado Suriel. Zakum faz um trato com Tee Hawk que se ele ajudasse a fraternidade a salvar os outros membros do grupo, eles ajudariam o elfo a salvar Faifh e Vulluin que estavam cativos no castelo real.
Dessa forma, resoluto e com a velha chama ardendo em seu coração de aventureiro, Tee Hawk segue para mais uma luta contra os dragões.






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