Monday, March 29, 2021

CAPÍTULO 45 - O Acólito de Lupville

Sessão 45 - O Acólito de Lupville

Protagonistas: Zelasny (Trap) / Udy (William)

Dentro do grande reino dendrmoniano de Vaera. Zelasny se despedia de vossa majestade Orist Zylkas, regente daquele país. Zelasny estudou por muito tempo as artes da guerra e foi o responsável pela criação dos dragões de Vaera, exército imperial de toda Dendramol. Desde os acontecimentos na Costa da Espada, Zelasny se afastou de seus amigos Tee Hawk, Kira, Sewire e os outros numa jornada de auto conhecimento e desenvolvimento de técnicas marciais. Como resultado, Zelasny aprimorou várias técnicas de guerra e manipulação de armas infundidas com poderes mágicos de grande tamanho. Assim, diante das notícias de saqueadores de tumba no norte, nos arredores da floresta de Dumebarian, Zelasny se despede daquele lugar que ele se acostumou a chamar de lar por um bom tempo.

Rei Orist: Estás certo que te despacharás para o norte averiguar os rumores dos mortos, mestre Zelasny?

Zelasny: Sim, farei a ti este favor e também devo averiguar com meus próprios olhos pois algo não cheira bem.

Rei Orist: Muito bem. Quero que leve consigo um amigo o qual tenho muito apreço. Ele é um monge amigo do reino e que salvou minha sobrinha de morte certa. As pessoas o chamam pelas vielas de "o sem braço", mas podes chamá-lo de "Udy". 

Neste momento entra nos aposentos reais um homem maltrapilho, sujo e que mais parecia ter saído de uma das favelas do distrito boêmio do riacho pequeno. Era o tal homem sem braços, como diziam. Ele logo se apresenta como aliado do rei e prestosamente faz uma reverência a vossa majestade: "conta comigo, Rei Orist".

Ambos, então, Zelasny e Udy cavalgam por dias até a cidade sagrada de Lupville, conhecida por suas igrejas e locais sagrados de peregrinação, onde parentes saúdam seus mortos para que tenham eternas lembranças nas praias do além-vida. Era uma cidadela que, ao mesmo tempo, funcionava como lugar de peregrinação religiosa e cemitério para os mais abastados. Um local perfeito tanto para saqueadores de tumba quanto para mortos-vivos irromperem. 

Ao colocarem os pés na cidade o que encontram é uma cidade fantasma tomada por névoas malignas e aquilo não era novidade para Zelasny. Havia um lich nas redondezas que claramente tomou as almas dos habitantes daquela cidade. Ao entrarem na igreja principal, em sua catedral, os heróis têm uma luta ferrenha que determinaria o início de uma nova perturbação iminente em Dendramol. Zelasny e Udy lutam bravamente contra mortos vivos liderados por um acólito das trevas que aparentemente desejava abrir portais de Abeir-Toril para Dendramol no sentido de permitir a entrada da influência maldita da deidade Vecna através deles.

Os seguidores de Vecna eram magos fracassados em suas ordem e que venderam suas almas ao aqui-lich em troca de poder e prestígio, sem se importar com o preço. Assim, a luta se desenlaça de forma formidável enquanto uma chuva torrencial caia na cidadela de Lupville. Com muito esforço, ambos Udy e Zelasny conseguem dar cabo do acólito das trevas e seguir por um portal em direção à Costa da Espada para impedir que a ameaça de Vecna caísse dentro da terra de Dendramol

Ao cruzarem o portal, ambos os heróis se encontram numa espécie de mansão isolada no meio da mata. Era o quartel-general do acólito e local onde suas conjecturas ocorriam. Havia uma grande biblioteca repleta de obras de adoração às trevas e livros de alquimia. Udy e Zelasny observando atentamente, descobrem sinais que seus amigos Kira, Sewire e Tee Hawk haviam estado por ali algum tempo antes. Essa notícia fez ambos os heróis dobrarem os passos em direção à cidade mais próxima: Phandelver.

Ao averiguarem uma estátua estranha no jardim do decaído acólito, Udy e Zelasny descobrem uma passagem subterrânea secreta que desembocava diretamente na estrada para Phandelver. Essa passagem subterrânea era uma rota que o acólito usava para cortar caminho para seus domínios e manter-se em perfil baixo o tempo todo enquanto reestabelecia seus estoques para seus fins escusos. Assim, Udy e Zelasny chegam até a estrada de Phandelver, muitíssimo próximo da floresta de Neverwinter.

A viagem colocou-se tranquila sem nada que chamasse a atenção dos heróis, exceto por um grupo de aventureiros que balbuciavam algo sobre a mina mágica perdida de Phandelver. O grupo era composto por um anão, uma elfa drow, um bárbaro nórdico e um Tiefling, aparentemente bruxo. Zelasny então escuta sorrateiramente o grupo à distância e o que ele descobre é que o grupo de aventureiros possui uma certa informação ou item que garantiria a eles uma coisa que ninguém mais em Phandelver tinha: a localização exata da forja mágica. 

Ao chegarem na cidade de Phandelver, agora tomada pela inundação de mercenários em busca da forja mágica, Udy e Zelasny entram na taverna de Don Grimaldi, única na região. A troco de um punhado de pedras preciosas, Zelasny e Udy conseguem sabotar a estadia do misterioso grupo de aventureiros. Don Grimaldi oferece a eles a chave reserva do quarto onde os aventureiros estavam e promete envenenar a comida deles com sonífero se eles conseguirem um. Dessa forma, Udy e Zelasny partem pela cidade em busca de um apotecário para o tal sonífero. 

NPCS DO CAPÍTULO:




Tuesday, March 23, 2021

CAPÍTULO 44 - Aventuras em Phandalin

 CAPÍTULO 44 - Aventuras em Phandalin

Protagonistas: Tee Hawk (Bráulio) / Tantoo (Emanoel)

Tee Hawk e Tantoo chegam a Phandalin à procura do misterioso mago que habitava as adjacências. No caminho para a cidade eles encontram Patrick, o mago. Patrick estava sumido desde os eventos de Kire, o jogador, quando este tentou devassar a Costa da Espada com o poder secreto dos Netheril. Patrick revela a Tee Hawk que cultistas de Vecna estavam aumentando em número e que uma certa energia maligna crescia não apenas na Costa da Espada como também no novo lar da Cidadela da Esmeralda, Dendramol. Diante disso, Patrick procura Tee Hawk para começar uma série de investigações para conter essa nova ameaça pois, com efeito, a volta de Vecna significaria grandes catástrofes.

Vecna, o Arch-Lich, senhor das trevas, é uma deidade de muito poder e altamente ligada à necromancia. Patrick temia o aumento da popularidade de Vecna pelo fato que de qualquer coisa relacionada a essa deidade significava mortos voltando à vida, aí inclusos também os dragões derrotados pelos aventureiros anos antes. Era tempo de fazer algo. É nesse momento que Tantoo, o bardo, diz que sabe do paradeiro de um escuso mago vivendo em meio à agitação da cidadela de Phandalin. Assim, chegando à cidade conhecida por suas minas, o grupo começa sua investigação.

Em meio à agitação da taverna do mestre Grimaldi, dono da taverna, Tee Hawk e Patrick buscam pistas sobre o mago enquanto Tantoo faz seu show com sua banda dos Holafinna. Patrick, num surto mágico, descobre a localização do cultista mago de Vecna, alertando que sua morada residia na mansão abandonada da gangue vermelha, famosa por delitos em Phandalin. Assim, sem mais delongas, o grupo parte para a mansão. 

Lá chegando, ocorre uma luta ferrenha entre o mago cultista de Vecna e seus capangas, todos da gangue vermelha. Tee Hawk, Tantoo e Patrick acabam com a vida do mago, que se revela um controlador de lichs. Essa informação é terrível aos olhos de Patrick pois não há maneiras conhecidas de controlar liches. Aparentemente essa nova ordem cultista desenvolveu uma arte mágica de se apossar das filactérias dos liches e controlá-los a seu bel prazer. Numa decisão difícil, eles acabam com a vida do mago e destroem a filactéria que ele possuía sem saber quem era seu antigo dono. Eles também acham o subchefe da mansão que ora lealdade a Tantoo, se oferecendo para liderar a máfia junto ao Bardo. Ele se diz chamar Berberic. Patrick e Tee Hawk acham prisioneiros mantidos cativos em um dos quartos da mansão e um grimório secreto sob o título de "biblia de Vecna". Entre os prisioneiros estava Urya, filha do prefeito de Phandalin, Jostos.

NPCs do capítulo

Berberic: líder da gangue vermelha
Jostos: Prefeito de Phandalin
Urya: Prisioneira da gangue vermelha e filha do prefeito de Phandalin.




Monday, March 15, 2021

CAPÍTULO 43 - O sumiço de Holafinna.

Capítulo 43 - O sumiço de Holafinna

Cast: Tee Hawk (Bráulio), Tantu: (Emanoel), DM (Eduardo Grunge)

Tantu, um talentoso bardo de Waterdeep, decide tentar a sorte para das Cidades dos Esplendores. Tal fato não é incomum nos dias de hoje, pois muitos comugam esse mesmo destino, especialmente os vinculados à arte e cultura. A razão para isso é muito simples: Waterdeep foi parcialmente destruída por eventos recentes e está em reconstrução. Os novos lordes de Waterdeep decidiram que verbas ligadas a atividades não essenciais como shows de bardos, frivolidades em tavernas e eventos culturais não recebiam mais atenção pecuniária dos cofres públicos. Isso ocasionou uma derrocada em massa dos artistas da Costa da Espada para longe de seus esplendores e uns filhos da era Waterdeep: Tantu, que buscava algum dinheiro nesses tempos difícieis em Phandelver.

Phandelver recentemente está recebendo visitantes de todos os lugares dos reinos deixando sua pequena população em polvorosa, ansisosa por tanta mudança chegando. Caravanas chegam do leste, mercenários de Calimsham, elfos e halflings da Grande Floresta ... O fato que levou a isso, você deve estar se perguntando, deve ter sido de muita importância e de fato foi. Ocorre que boatos dão conta que uma dupla de irmãos anões cavaram tão fundo que descobriram uma mina mágica, repleta de riquezas indescritíveis. Porém, o paradeiro dos amados irmãos jamais foi revelado tendo eles, na verdade, sumido como poeira ao vento, sem deixar vestígios, o que alimentou a cobiça dos mercernários e sonhadores dos reinos.A pequena cidade de Phandelver estava agora no centro das atenções e as minas particulares brotavam buracos no chão a cada esquina dos seus bosques - todos queriam achar a mina perdida que os irmãos anões aprove para trás no manto dos boatos. Tantu era um deles. 

No entanto, suas ambições eram menores das grandes minas mágicas ou a glória da aventura. Tantu só queria tocar seu seu violão e ganhar algum dinheiro, coisa já não mais possível em Waterdeep. Os passos de Tantu, juntamente com o lamento de sua viola, chegam até Phandelver onde logo o bardo faz um acordo com Grimaldi Lavaford, o taverneiro local.

Gimaldi: Então, mestre Tantu, temos um acordo?

Tantu: Sempre, meu nobre mestre cervejeiro!

Grimaldi: Lembra do acordo que fiz com vós, traz um bando de menestréis e encherei vosso bolsa com moeda, para mim e para ti. Os clientes querem isso e eu não tenho bardos e músicos comigo, apenas putas!

T antu se dirige ao quadro de avisos quando algo chama a atenção. Era um bilhete assinado por uma mulher pedindo ajuda para salvar seu marido e seus músicos que sumiram no bosque local. A mullher não oferecia recompensa, mas dizia ficar para sempre em débito com quem fizesse esta caridade em nome da deusa Krinah.

"A quem ler este bilhete, não ofereço moeda ou riquezas, mas a bênção de minha Deusa. A quem interessar essa missão, ir até a Rua dos Louros, 3, na boa vizinhança da Folha Seca. Assinado, Sra. Ikeshia Holafinna"

É claro que Tantu procurou a donzela e ofereceu seus serviços pois sabia que achar músicos agora era indispensável pois sua barriga já roncava. Saindo de lá e indo até o bosque local onde a senhora Holafinna disse que a trupe de seu marido sumiu, Tantu esbarra com uma figura forte e de certo modo brutal. Era um elfo bem incomum para ele: forte e com pinturas tribais no rosto. Seu nome era Tee Hawk.

T. Hawk: Vê-te por onde andas, bardo. Estás cego, maldito seja!

Tantu: Maldito é uma palavra muito forte para um homem das artes como eu. Tenha-me mais respeito, brutamontes!

T.Hawk: Mas o que faz um bardo no meio da floresta? Não sabes que esse é um lugar perigoso pra gente do teu tipo? Dispacha-te pois preciso achar uma cidadela de Phandelver e procurar um mago ...

Tantu: Fazemos um acordo então. Tu me ajudas a achar meus amigos perdidos nessa floresta e eu te arrumo um mágico quando chegarmos a Phandelver. 

T. Hawk: Está bem, é um acordo. Qual teu nome? O meu é Tee Hawk, da cidadela da Esmeralda.

Tantu: Tantu, bardo, menestrel e poeta de Waterdeep.

Nessa hora, depois de terem firmado um acordo, o elfo agacha no chão e começa a rastrear o que seriam pegadas de goblins. Certamente os amigos de Tantu tinham sido pegos por lazarentos goblins, criaturas frequentes nos arredores de Phandelver, esepecialmente nos últimos meses. Tee Hawk acaba achando seus amigos prontos para serem assados ​​vivos pelos goblins quando faz uma descoberta perturbadora. Os monstrinhos se apossaram de ovos de ursos corujas e o final dessa lambança não poderia acabar bem. Como num passe de mágica, Tantu coloca todos os goblins para dormir com sua música encantada e Tee Hawk apenas liberta seus amigos da morte certa. De alguma forma parecia que o mestre bardo possuia algum talento, afinal.  

É nesse momento que duas ursas corujas surjem para acabar com a vida daqueles que roubaram seus ovos e uma luta ferrenha se inicia. Tee Hawk destrói uma delas com a força de um leão enquanto uma segunda estava prestes a ceifar a vida do sonhador bardo. É nesse hora que algo inesperado acontece e a ursa tropeça caindo bem entre seus pés. Tantu pega de sua flauta e enfia no olho da criatura, que parte para o além vida, impressionando todos no local, tanto os músicos cativos e os goblins dorminhocos. Apenas Tee Hawk parecia entediado com o showzinho do Bardo. Enquanto isso, os goblins todos fogem menos um, que se ajoelha oferecendo seus préstimos a Tantu: "Mestre!". Concordando em treiná-lo, Tantu finaliza o encontro: Seu nome será "Praga" de hoje em diante.

Nesse momento o grupo composto por três músicos se apresenta como sendo Vamir Holafinna, Ryo Tratoris e Talana Morfiel. Eles prontamente agradecem por terem sido salvos e concordam em ajudar Tantu em sua apresentação noturna na taverna do senhor Grimaldi. É com o sol dourando o horizonte do bosque no fim da tarde que partem para a cidadela de Phandelver Tee Hawk, Tantu, os músicos e o pequeno Praga.

NPCS DO CAPÍTULO




Sessão 50 - Epílogos (After Crédits)

Kira: Kira se despede dos amigos da Esmeralda e segue para o limbo pois fora amaldiçoada com a vida eterna. A Feiticeira gera uma filha que,...